Pular para o conteúdo principal

Acreditar mais em si - a busca da fé

A gente diz tanto que tem fé e que acredita em Deus, mas na hora que é pra colocarmos em ação a nossa fé, desacreditamos dos desígnios de Deus, que é pai todo poderoso, de tudo sabe, e faz o melhor por nós. Dai ficamos batendo cabeça... Acreditar que ele faz o melhor pra gente é seguir em frente. E que as vezes o mal que parece ser é apenas momentâneo. Porque depois conseguimos enxergar melhor, como foi bom e libertador... As vezes estamos tão mal com a gente mesmo, que não percebemos um mundo la fora, que somos capazes de muito mais do que aquela limitação que se apresenta à frente de nossos olhos, de nossa pequena visão. Os planos de Deus são maiores, muito maiores. Ninguém nasceu pra sofrer. Perdoar? Sempre! Mas perdoar não é deixar alguém pregar um prego no seu coração setenta vezes sete vezes não... Isso já é masoquismo, Isso é abuso. E não so do outro. Abuso nosso, que nos tornamos permissíveis por achar que temos que aceitar tudo aquilo que vem do outro como se fosse amor. Nós somos capazes sim de emagrecer, de conseguir um emprego, de ser alguém melhor (materialmente e espiritualmente), tudo isso ajuda a auto estima. Basta acreditarmos em nós. Dói muito, é verdade. Qualquer mudança mexe com a gente. Mas as mudanças também fazem parte do nosso crescimento e desenvolvimento enquanto ser humano. Vamos desvencilharmo-nos das entraves que nos aprisionam ao sofrimento. Vamos ser felizes. Só depende da gente... Só depende de tirarmos as vendas e ver o lindo horizonte que está logo bem ali à frente. Esperando para que possamos alçar novos rumos, novas descobertas, novas felicidades. Vamos nos permitir. Vamos colocar em prática a nossa fé e lembrarmos que nascemos para ser felizes. Tenta aí, coloca em prática e depois me conta. Vai ser libertador! Paz e luz.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Tudo muda... e algumas marcas ficam.

Vivemos num turbilhão tão intenso que nem paramos para nós observar direito. Aí vem a vida e pá! Te paralisa para que você se análise.  No dia 12/02 senti muitas dores abdominais. E como muitos, me automediquei e pensei que fosse passar. Porém na sexta a noite a dor continuou e a minha barriga estufou. Corri para o pronto socorro para ver o que era. Fiz exames e a suspeita foi de cálculo renal. Não tinha ideia do que era isso, fiz muitas perguntas ao médico. E ele me acalmando, disse que era preciso primeiro fechar o diagnóstico para depois iniciar o tratamento correto, uma coisa de cada vez. Me encaminhou para o HPM, fiz exames e confirmado diagnóstico. O médico disse ser uma pedra pequena, preferia primeiro tentar a medicação. E assim foi por dois dias e nada. E no domingo operei.  E porque iniciei esse pensamento com a afirmativa de que tudo muda?!  Pois a reflexão que cheguei foi de que nós não nos damos o devido valor. Comemos besteiras a vontade sem pensar, não inge...

(Neuro)Psicopedagogia e sua desvalorização

     A psicopedagogia é um campo de conhecimento que emerge da integração entre pedagogia e psicologia. Este campo de mediação também é influenciado pela psicanálise, linguística, semiótica, neuropsicologia, psicofisiologia, filosofia humanista-existencial e medicina. Existem dois ramos principais na psicopedagogia: a institucional e a clínica. A psicopedagogia institucional visa aprimorar a relação entre professores e o processo de ensino-aprendizagem, visando melhorias na instituição escolar e na resolução de problemas de aprendizagem. A psicopedagogia clínica está fortemente ligada à psicologia educacional, que possui uma aplicação prática significativa. Trabalhando no desenvolvimento de habilidades e potencialidades de cada um, possibilitando o desenvolvimento de sua autonomia e inclusão. A psicopedagogia se distingue da psicologia escolar em três aspectos principais: Origem: A psicologia escolar busca entender as causas do fracasso de algumas crianças no sistema esc...

Viver em sociedade - não é uma tarefa fácil!

Viver em sociedade exige de cada um de nós muita flexibilidade e jogo de cintura. Porque precisamos lidar com os mais os diferentes tipos de pessoas.  Pessoas com egos inflados, que tem a necessidade de ser a que manda, que controla, que quer tudo do seu jeito, no seu tempo, aquela que pede opinião e que rejeita todas que lhe chegam, aquelas que ouvem apenas para responder e não para se comunicar. É cansativo.  Quando perguntamos alguma coisa precisamos estar preparados para as respostas.  Quando direcionamos a resposta é uma coisa. Fazemos a pergunta certa para que a pessoa acabe responde aquilo que queremoa ouvir. Mas ouvir de verdade aquilo que o outro trás exige muita delicadeza e empatia. É angustiante conviver em sociedade. Quando me permito estar entre pessoas, em grupos, me lembro do porque amo a minha casa, o meu cantinho rs. Porque não é fácil. Sem contar que as vezes se evita até falar a verdade, aquilo que sentimos com medo de magoar o outro. E aí, vem o outro...