Pular para o conteúdo principal

Devaneios ou decisões

Certo dia já fui alguém que atendia a tudo e a todos. Queria sempre estar por dentro. Hoje, olhando para trás, a sensação que tenho é de que como se eu precisasse ser aprovado, por isso fazia questão de ser presente. 
Atualmente o que mais desejo é fazer aquilo o que eu realmente quero, aquilo que me deixa feliz, confortável. E nem pra que isso eu tenha que dizer alguns "nãos". 
Me pergunto se estou em devaneios, enlouquecendo rs.
Então ao mesmo tempo percebo um autoconhecimento, um certo amadurecimento.
Porque tomar decisões não é algo simples, fácil. E tenho passado por um processo de muitas escolhas. Algumas digo sim, outras não, outras penso, repenso...
A mente humana é inquieta, a de um TDAH com ansiedade então... Rs... 
Mas concluo que os devaneios fazem parte do nosso imaginário. Nos apresenta situações possíveis ou não. E nos leva também para um lugar incrível: o de fazer escolhas conscientes, conscientes de que colhemos aquilo que plantamos. Que as nossas escolhas nos levaram a algum lugar, alguma marca deixará. Cabe-nos fazer aquilo que, para nós, é certo. Aquilo que nos alegra, nos realiza. Nem que pra isso precisamos nos afastar, mesmo que temporariamente. Porque lá na frente, quando dermos aquela olhadinha para trás, vamos sorrir e dizer que valeu a pena.
E vai valer sempre a pena quando nos entregamos, quando nos conhecemos e sabemos quem somos e onde queremos chegar.
Devaneios ou escolhas? Porque não um pouquinho dos dois? 😀😂🥰

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Tudo muda... e algumas marcas ficam.

Vivemos num turbilhão tão intenso que nem paramos para nós observar direito. Aí vem a vida e pá! Te paralisa para que você se análise.  No dia 12/02 senti muitas dores abdominais. E como muitos, me automediquei e pensei que fosse passar. Porém na sexta a noite a dor continuou e a minha barriga estufou. Corri para o pronto socorro para ver o que era. Fiz exames e a suspeita foi de cálculo renal. Não tinha ideia do que era isso, fiz muitas perguntas ao médico. E ele me acalmando, disse que era preciso primeiro fechar o diagnóstico para depois iniciar o tratamento correto, uma coisa de cada vez. Me encaminhou para o HPM, fiz exames e confirmado diagnóstico. O médico disse ser uma pedra pequena, preferia primeiro tentar a medicação. E assim foi por dois dias e nada. E no domingo operei.  E porque iniciei esse pensamento com a afirmativa de que tudo muda?!  Pois a reflexão que cheguei foi de que nós não nos damos o devido valor. Comemos besteiras a vontade sem pensar, não inge...

Viver em sociedade - não é uma tarefa fácil!

Viver em sociedade exige de cada um de nós muita flexibilidade e jogo de cintura. Porque precisamos lidar com os mais os diferentes tipos de pessoas.  Pessoas com egos inflados, que tem a necessidade de ser a que manda, que controla, que quer tudo do seu jeito, no seu tempo, aquela que pede opinião e que rejeita todas que lhe chegam, aquelas que ouvem apenas para responder e não para se comunicar. É cansativo.  Quando perguntamos alguma coisa precisamos estar preparados para as respostas.  Quando direcionamos a resposta é uma coisa. Fazemos a pergunta certa para que a pessoa acabe responde aquilo que queremoa ouvir. Mas ouvir de verdade aquilo que o outro trás exige muita delicadeza e empatia. É angustiante conviver em sociedade. Quando me permito estar entre pessoas, em grupos, me lembro do porque amo a minha casa, o meu cantinho rs. Porque não é fácil. Sem contar que as vezes se evita até falar a verdade, aquilo que sentimos com medo de magoar o outro. E aí, vem o outro...

Um tal de 15/09

Dia 15 de setembro de 2021. Era pra ser uma data feliz, comemorativa. Nem ia fazer nada pra poder priorizar as contas e tal. Mas não poderia não fazer NADA. Afinal de contas são CINCO anos. Daí o trouxa aqui quando acaba de dar aula liga pro amor e diz pra ele descer em determinado lugar. O bonito põe pressão pra não demorar, que vai vim de ônibus direto e que não quer ficar esperando no ponto muito tempo. Ooookkkk. Corri e peguei o busão. Conclusão, cheguei lá primeiro e ainda esperei meia hora. Mas tudo bem. É dia de comemoração. Quando o bonito chega, falo pra ele que marquei ali por ter sido ali o nosso primeiro encontro. E fomos andando para o destino. Poreeeeem, por sorte ou azar eu errei o caminho e segui andando em frente toda vida e nada do lugar chegar. E quando me sou conta, sugeri que voltássemos. Aí a pessoa chega e me diz que não ia voltar aquilo tudo. Tudo bem. Não briguei, não fiz nada. Apenas disse: então vamos para casa. E seguimos até a rua do ponto de ônibus. Chegan...