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Tudo muda... e algumas marcas ficam.

Vivemos num turbilhão tão intenso que nem paramos para nós observar direito. Aí vem a vida e pá! Te paralisa para que você se análise.  No dia 12/02 senti muitas dores abdominais. E como muitos, me automediquei e pensei que fosse passar. Porém na sexta a noite a dor continuou e a minha barriga estufou. Corri para o pronto socorro para ver o que era. Fiz exames e a suspeita foi de cálculo renal. Não tinha ideia do que era isso, fiz muitas perguntas ao médico. E ele me acalmando, disse que era preciso primeiro fechar o diagnóstico para depois iniciar o tratamento correto, uma coisa de cada vez. Me encaminhou para o HPM, fiz exames e confirmado diagnóstico. O médico disse ser uma pedra pequena, preferia primeiro tentar a medicação. E assim foi por dois dias e nada. E no domingo operei.  E porque iniciei esse pensamento com a afirmativa de que tudo muda?!  Pois a reflexão que cheguei foi de que nós não nos damos o devido valor. Comemos besteiras a vontade sem pensar, não inge...
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(Neuro)Psicopedagogia e sua desvalorização

     A psicopedagogia é um campo de conhecimento que emerge da integração entre pedagogia e psicologia. Este campo de mediação também é influenciado pela psicanálise, linguística, semiótica, neuropsicologia, psicofisiologia, filosofia humanista-existencial e medicina. Existem dois ramos principais na psicopedagogia: a institucional e a clínica. A psicopedagogia institucional visa aprimorar a relação entre professores e o processo de ensino-aprendizagem, visando melhorias na instituição escolar e na resolução de problemas de aprendizagem. A psicopedagogia clínica está fortemente ligada à psicologia educacional, que possui uma aplicação prática significativa. Trabalhando no desenvolvimento de habilidades e potencialidades de cada um, possibilitando o desenvolvimento de sua autonomia e inclusão. A psicopedagogia se distingue da psicologia escolar em três aspectos principais: Origem: A psicologia escolar busca entender as causas do fracasso de algumas crianças no sistema esc...

Devaneios ou decisões

Certo dia já fui alguém que atendia a tudo e a todos. Queria sempre estar por dentro. Hoje, olhando para trás, a sensação que tenho é de que como se eu precisasse ser aprovado, por isso fazia questão de ser presente.  Atualmente o que mais desejo é fazer aquilo o que eu realmente quero, aquilo que me deixa feliz, confortável. E nem pra que isso eu tenha que dizer alguns "nãos".  Me pergunto se estou em devaneios, enlouquecendo rs. Então ao mesmo tempo percebo um autoconhecimento, um certo amadurecimento. Porque tomar decisões não é algo simples, fácil. E tenho passado por um processo de muitas escolhas. Algumas digo sim, outras não, outras penso, repenso... A mente humana é inquieta, a de um TDAH com ansiedade então... Rs...  Mas concluo que os devaneios fazem parte do nosso imaginário. Nos apresenta situações possíveis ou não. E nos leva também para um lugar incrível: o de fazer escolhas conscientes, conscientes de que colhemos aquilo que plantamos. Que as nossas escolha...

Estejamos abertos para as coisas boas

 A vida é mesmo uma caixinha de surpresas, não é mesmo? E isso é maravilhoso, principalmente quando entendemos que ACHAMOS que controlamos alguma coisa.  Sem contar, que quando paramos para refletir e olhamos para trás... Quantos e quantos ciclos... Quantas coisas boas vivenciamos! Quantas coisas ruins já nos aconteceram e que imaginávamos que iria durar para sempre! E não durou. Pode demorar, mas passa. E tudo passa. As coisas boas também. O que fica? O aprendizado. É exatamente isso que nos faz crescer, evoluir. Tenho me surpreendido muito com as voltas que a vida dá. Há momentos que parecem sem rumo, que estamos perdidos, mas que nada. Só impressão. Porque Deus nos presenteia o tempo todo. E com os mais belos presentes. Principalmente com amizades verdadeiras, oooouuuuu, amizade verdadeira. Isso mesmo, no singular rs. Quando jovens queremos o mundo, queremos nos ver rodeados de pessoas. Mas, precisamos vivenciar os ciclos para entender que menos é mais. Que nem todos que te...

Viver em sociedade - não é uma tarefa fácil!

Viver em sociedade exige de cada um de nós muita flexibilidade e jogo de cintura. Porque precisamos lidar com os mais os diferentes tipos de pessoas.  Pessoas com egos inflados, que tem a necessidade de ser a que manda, que controla, que quer tudo do seu jeito, no seu tempo, aquela que pede opinião e que rejeita todas que lhe chegam, aquelas que ouvem apenas para responder e não para se comunicar. É cansativo.  Quando perguntamos alguma coisa precisamos estar preparados para as respostas.  Quando direcionamos a resposta é uma coisa. Fazemos a pergunta certa para que a pessoa acabe responde aquilo que queremoa ouvir. Mas ouvir de verdade aquilo que o outro trás exige muita delicadeza e empatia. É angustiante conviver em sociedade. Quando me permito estar entre pessoas, em grupos, me lembro do porque amo a minha casa, o meu cantinho rs. Porque não é fácil. Sem contar que as vezes se evita até falar a verdade, aquilo que sentimos com medo de magoar o outro. E aí, vem o outro...

Pedir desculpas não é feio

 O que se passa com o nosso mundo?! As pessoas estão doentes, presas no orgulho, na vaidade. As pessoas não pensam umas nas outras.  Uma dificuldade ímpar na comunicação. Quando se fere alguém, mesmo que seja sem intencionalidade, não tentamos justificar com desculpas pueris, apenas nos desculpamos e seguimos. Mas o ato de se desculpar parece que torna a pessoa fraca, frágil. E acaba sendo mais fácil manter o posicionamento de eu estou certo e pronto.  Misericórdia! Eu peço desculpa, às vezes, até quando eu estou certo, até quando eu não preciso. Porque eu só quero paz e tranquilidade.  Quando a gente fere alguém, mesmo que seja sem querer, não finjo demência e que nada aconteceu. Eu me desculpo.  Vivemos tempos difíceis. Não aprendemos NADA com a pandemia. Será que precisamos de algo pior, pra sentirmos na pele a necessidade de ser empático?  Não existe verdade absoluta. Cada um vive preso na sua própria verdade e pronto.  Desculpa! Desculpar-se demon...

Um tal de 15/09

Dia 15 de setembro de 2021. Era pra ser uma data feliz, comemorativa. Nem ia fazer nada pra poder priorizar as contas e tal. Mas não poderia não fazer NADA. Afinal de contas são CINCO anos. Daí o trouxa aqui quando acaba de dar aula liga pro amor e diz pra ele descer em determinado lugar. O bonito põe pressão pra não demorar, que vai vim de ônibus direto e que não quer ficar esperando no ponto muito tempo. Ooookkkk. Corri e peguei o busão. Conclusão, cheguei lá primeiro e ainda esperei meia hora. Mas tudo bem. É dia de comemoração. Quando o bonito chega, falo pra ele que marquei ali por ter sido ali o nosso primeiro encontro. E fomos andando para o destino. Poreeeeem, por sorte ou azar eu errei o caminho e segui andando em frente toda vida e nada do lugar chegar. E quando me sou conta, sugeri que voltássemos. Aí a pessoa chega e me diz que não ia voltar aquilo tudo. Tudo bem. Não briguei, não fiz nada. Apenas disse: então vamos para casa. E seguimos até a rua do ponto de ônibus. Chegan...